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Dia da Mídia Social: dependência digital pode causar ansiedade e depressão; saiba como evitar uso excessivo das redes

Dia da Mídia Social: dependência digital pode causar ansiedade e depressão; saiba como evitar uso excessivo das redes

Publicada em 30/06/2022 às 11:28h - 15 visualizações

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Com a utilização cada vez mais frequente das redes sociais para trabalho e entretenimento no tempo livre, alguns problemas também podem surgir através do contato exacerbado com as plataformas digitais. Esta quinta-feira (30) é o Dia da Mídia Social, data que traz a oportunidade de reflexão sobre o uso excessivo das redes (veja vídeo acima).

Em entrevista ao Bom Dia Pernambuco desta quinta, o psicólogo e especialista em dependência digital Igor Lins Lemos explicou que um ponto essencial no convívio com as redes é saber separar as informações boas das ruins.

"Quem trabalha com marketing digital, redes sociais para fazer divulgação e monetizar o seu conteúdo, sabe que vai ter uma parcela da população que vai ser contrária, a gente chama de 'hater'. Nesse sentido, você pode fazer uma divisão do que é uma crítica construtiva e outras que são para jogar fora", disse.

O especialista também afirmou que é uma tendência que os conteúdos produzidos por empresas e influenciadores digitais sejam cada vez mais humanizados, servindo como uma vitrine para ideias e possíveis relações com as marcas que estão sendo trabalhadas.

De acordo com Igor Lemos, a necessidade de novas publicações e o aumento da exposição nas redes podem causar o chamado "tecnoestresse". "É preciso saber blindar essa relação muito aprofundada com as redes porque isso gera problemas orgânicos, estresse mental, estresse físico", declarou.

Segundo o psicólogo, outro estresse que surge com o contato acentuado com as redes ganhou uma sigla especial. O "Fomo", do inglês "Fear of Missing Out", pode ser traduzido como receio de estar perdendo alguma coisa que acontece no mundo virtual.

"Isso gera ansiedade e a pessoa começa a ter aqueles pensamentos frequentes: 'O que será que está acontecendo no mundo virtual que eu estou perdendo? E se tiver uma grande oportunidade? Um recado que eu não vi?'. Isso começa a gerar, no indivíduo, uma necessidade de checagem compulsiva, olhar mais e mais as redes", disse.

Ele explicou também que um dos motivos de estarmos cada vez mais conectados é a relação que o uso das redes sociais tem com o nosso organismo. Por gerar uma resposta na área de recompensa do nosso cérebro, curtir, comentar e compartilhar conteúdos na internet são atividades consideradas prazerosas pelo sistema nervoso.

Igor Lemos recomenda, no entanto, que cada pessoa questione os seus próprios comportamentos. "Neste momento agora, eu preciso realmente checar [as redes sociais]? Eu estou deixando de lado a minha relação com as outras pessoas no mundo real? Isso está alterando o meu humor? Isso está interferindo no meu sono?", exemplificou.

Redes sociais ajudam a aproximar crianças de lares adotivos

Ainda de acordo com o psicólogo, usar o celular na cama momentos antes de dormir é um dos sinais preocupantes do uso excessivo das redes. Isso porque a luminosidade das telas pode afetar o chamado "ciclo circadiano", ou seja, o ritmo com o qual o organismo realiza as funções básicas ao longo do dia.

"A melatonina é um hormônio que está relacionado com o estado de sono. A gente joga ele pro espaço quando colocamos luminosidade no rosto. É importante ouvir outras pessoas que nos alertam sobre o tempo que passamos nas redes. Esses são alguns sinais que a gente precisa estar atento", contou.

Adolescência

Com a utilização cada vez mais frequente das redes sociais para trabalho e entretenimento no tempo livre, alguns problemas também podem surgir através do contato exacerbado com as plataformas digitais. Esta quinta-feira (30) é o Dia da Mídia Social, data que traz a oportunidade de reflexão sobre o uso excessivo das redes (veja vídeo acima).

Em entrevista ao Bom Dia Pernambuco desta quinta, o psicólogo e especialista em dependência digital Igor Lins Lemos explicou que um ponto essencial no convívio com as redes é saber separar as informações boas das ruins.

"Quem trabalha com marketing digital, redes sociais para fazer divulgação e monetizar o seu conteúdo, sabe que vai ter uma parcela da população que vai ser contrária, a gente chama de 'hater'. Nesse sentido, você pode fazer uma divisão do que é uma crítica construtiva e outras que são para jogar fora", disse.

O especialista também afirmou que é uma tendência que os conteúdos produzidos por empresas e influenciadores digitais sejam cada vez mais humanizados, servindo como uma vitrine para ideias e possíveis relações com as marcas que estão sendo trabalhadas.

De acordo com Igor Lemos, a necessidade de novas publicações e o aumento da exposição nas redes podem causar o chamado "tecnoestresse". "É preciso saber blindar essa relação muito aprofundada com as redes porque isso gera problemas orgânicos, estresse mental, estresse físico", declarou.

Segundo o psicólogo, outro estresse que surge com o contato acentuado com as redes ganhou uma sigla especial. O "Fomo", do inglês "Fear of Missing Out", pode ser traduzido como receio de estar perdendo alguma coisa que acontece no mundo virtual.

"Isso gera ansiedade e a pessoa começa a ter aqueles pensamentos frequentes: 'O que será que está acontecendo no mundo virtual que eu estou perdendo? E se tiver uma grande oportunidade? Um recado que eu não vi?'. Isso começa a gerar, no indivíduo, uma necessidade de checagem compulsiva, olhar mais e mais as redes", disse.

Ele explicou também que um dos motivos de estarmos cada vez mais conectados é a relação que o uso das redes sociais tem com o nosso organismo. Por gerar uma resposta na área de recompensa do nosso cérebro, curtir, comentar e compartilhar conteúdos na internet são atividades consideradas prazerosas pelo sistema nervoso.

Igor Lemos recomenda, no entanto, que cada pessoa questione os seus próprios comportamentos. "Neste momento agora, eu preciso realmente checar [as redes sociais]? Eu estou deixando de lado a minha relação com as outras pessoas no mundo real? Isso está alterando o meu humor? Isso está interferindo no meu sono?", exemplificou.

Redes sociais ajudam a aproximar crianças de lares adotivos

Ainda de acordo com o psicólogo, usar o celular na cama momentos antes de dormir é um dos sinais preocupantes do uso excessivo das redes. Isso porque a luminosidade das telas pode afetar o chamado "ciclo circadiano", ou seja, o ritmo com o qual o organismo realiza as funções básicas ao longo do dia.

"A melatonina é um hormônio que está relacionado com o estado de sono. A gente joga ele pro espaço quando colocamos luminosidade no rosto. É importante ouvir outras pessoas que nos alertam sobre o tempo que passamos nas redes. Esses são alguns sinais que a gente precisa estar atento", contou.

G1.




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